02 setembro 2013
31 agosto 2013
A Microsoft e a visão errada no mercado de sistemas operacionais
Por Emerson Novais Oliveira
Licenciando em Física pela UESB/Campus de Vitória da Conquista - BA
Técnico em Eletrônica pelo IFBA de Vitória da Conquista
A Microsoft está com a visão errado do mercado de informática, principalmente na área de sistemas operacionais. Não é à toa que tenha afugentado investidores. Ela ainda insiste em empurrar para os consumidores um sistema operacional ruim como o Windows que é nada mais é do que várias versões de um mesmo sistema com mudanças apenas na interface. Se compararem as evoluções técnicas do Linux com o Windows nos últimos 15 anos fica fácil perceber o quanto o primeiro evoluiu e se torna mais requisitado devido à confiabilidade, estabilidade e bom suporte. Nesse último quesito, o Linux conta tanto com o apoio de grandes empresas quanto de usuários amadores no desenvolvimento do sistema e tem equipes organizadas coordenando o seu desenvolvimento. Até a Apple adotou decidiu se libertar de arquiteturas ruins e criou um novo conceito de sistema operacional para si com o MacOS X, visando o futuro.
A solução para a Microsoft não perder o mercado de sistema operacionais que é o carro chefe da empresa, seria reescrever um novo sistema do zero e que seja rápido, estável, modular, seguro, confiável, portável (celulares, tablets, PDAs etc) e com preço que atenda ao mercado. Falando em termos de preço, o Windows é tão caro na sua relação custo-benefício e no alto custo final no pagamento das licenças que compensa para uma empresa migrar para o Linux, FreeBSD etc aliando baixo custo com qualidade de software. O Linux e outros sistemas “Unix like” ainda não engoliram o mercado da Microsoft justamente porque eles não tem tanto profissionais qualificados e o Linux ainda está enrolado com a bagunça de tantas distribuições diferentes. Como a distribuição do Ubuntu vem ganhando notoriedade por se consagrar a distribuição mais popular, além de investir na facilidade do uso e instalação e, não demorará nem 10 anos para engolirem setores em que o Windows se consagra atualmente. A Microsoft tem uma equipe qualificada que daria conta de reescrever uma arquitetura nova, mas, se eles não tiverem fazendo isso nesse exato momento, ficará difícil manter a liderança no mercado de sistemas operacionais. Isso afetará gravemente o desenvolvimento, o que acarretará no afastamento dos investidores e conseqüente perca de mercado.
O cerne da Microsoft são os sistemas operacionais. Se perderem mercado e sua tecnologia continuar defasada, será o fim da empresa.
Licenciando em Física pela UESB/Campus de Vitória da Conquista - BA
Técnico em Eletrônica pelo IFBA de Vitória da Conquista
A Microsoft está com a visão errado do mercado de informática, principalmente na área de sistemas operacionais. Não é à toa que tenha afugentado investidores. Ela ainda insiste em empurrar para os consumidores um sistema operacional ruim como o Windows que é nada mais é do que várias versões de um mesmo sistema com mudanças apenas na interface. Se compararem as evoluções técnicas do Linux com o Windows nos últimos 15 anos fica fácil perceber o quanto o primeiro evoluiu e se torna mais requisitado devido à confiabilidade, estabilidade e bom suporte. Nesse último quesito, o Linux conta tanto com o apoio de grandes empresas quanto de usuários amadores no desenvolvimento do sistema e tem equipes organizadas coordenando o seu desenvolvimento. Até a Apple adotou decidiu se libertar de arquiteturas ruins e criou um novo conceito de sistema operacional para si com o MacOS X, visando o futuro.
A solução para a Microsoft não perder o mercado de sistema operacionais que é o carro chefe da empresa, seria reescrever um novo sistema do zero e que seja rápido, estável, modular, seguro, confiável, portável (celulares, tablets, PDAs etc) e com preço que atenda ao mercado. Falando em termos de preço, o Windows é tão caro na sua relação custo-benefício e no alto custo final no pagamento das licenças que compensa para uma empresa migrar para o Linux, FreeBSD etc aliando baixo custo com qualidade de software. O Linux e outros sistemas “Unix like” ainda não engoliram o mercado da Microsoft justamente porque eles não tem tanto profissionais qualificados e o Linux ainda está enrolado com a bagunça de tantas distribuições diferentes. Como a distribuição do Ubuntu vem ganhando notoriedade por se consagrar a distribuição mais popular, além de investir na facilidade do uso e instalação e, não demorará nem 10 anos para engolirem setores em que o Windows se consagra atualmente. A Microsoft tem uma equipe qualificada que daria conta de reescrever uma arquitetura nova, mas, se eles não tiverem fazendo isso nesse exato momento, ficará difícil manter a liderança no mercado de sistemas operacionais. Isso afetará gravemente o desenvolvimento, o que acarretará no afastamento dos investidores e conseqüente perca de mercado.
O cerne da Microsoft são os sistemas operacionais. Se perderem mercado e sua tecnologia continuar defasada, será o fim da empresa.
Por que um número elevado a zero é igual a 1? | Matemática Rio
sábado, agosto 31, 2013
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30 agosto 2013
A vida surgiu em Marte e veio para a Terra - versão 2013
sexta-feira, agosto 30, 2013
Sem comentários
A vida surgiu em Marte e veio para a Terra - versão 2013: Embora soe mirabolante, a proposta tem lugar para se encaixar nas discussões levadas a sério pelos cientistas.
25 agosto 2013
29 julho 2013
27 julho 2013
Fotos em alta resolução das missões Apolo
Incríveis scans das fotos das Missões Apolo em alta resolução.
Incredible Online Gallery of High-Res Film Scans from Every Apollo Mission
Incredible Online Gallery of High-Res Film Scans from Every Apollo Mission
18 julho 2013
Colisão de Estrelas de Nêutrons
quinta-feira, julho 18, 2013
Astronomia, Ciência, Formação Estelar, Universo, Vídeos
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Folha de S.Paulo - Ciência - Hubble vê criação de ouro e elementos pesados após colisão de estrelas mortas - 17/07/2013
”A análise de uma explosão de raios gama —fenômeno do tipo mais energético que se conhece no Universo— confirmou indício de que esse evento pode ser provocado pela colisão de dois núcleos de estrelas mortas. A descoberta, feita a partir de imagens do Telescópio Espacial Hubble, dá apoio a uma teoria sobre com surgem os elementos naturais mais pesados da tabela periódica.
Os astrônomos dizem ter observado no mês passado a fusão de duas estrelas de nêutrons —essencialmente, astros que pararam de brilhar após esgotarem seu combustível de fusão nuclear. Estrelas como o Sol, quando explodem em eventos chamados supernovas, produzem apenas elementos com peso até a região do ferro (com número atômico 26). Cientistas ainda debatiam como elementos tais quais o ouro (número atômico 47) surgiriam no Universo.
Dana Berry/SkyWorks Digital
Concepção artística mostra colisão de duas estrelas de nêutrons analisada pelo telescópio Hubble
Concepção artística mostra colisão de duas estrelas de nêutrons, fenômeno por trás de explosões de raios gama
Ao analisar a explosão de raios gama catalogada com a sigla GRB 130603B, Edo Berger e dois de seus colegas do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, de Boston, viram algo atípico. Nos momentos que se seguiram à explosão, ocorrida 3,9 bilhões de anos-luz de distância da Terra, a região onde o evento ocorreu passou a emitir um tipo de luz infravermelha associada ao decaimento de átomos radiativos. O espectro daquela luminosidade era o de núcleos dos elementos pesados emitindo nêutrons e revelando sua presença.
"Estimamos que a quantidade ouro produzida e espalhada pelo encontro das estrelas seja dez vezes maior que a massa da Lua", disse Berger em comunicado à imprensa.
A descoberta foi feita graças à precisão do Hubble, que foi apontado para a região da explosão nove dias após o evento. A emissão de raios gama, em si, durou apenas 0,2 segundo, e não pode ser detectada por telescópios ópticos —havia sido captada por satélites de pesquisa. Com a observação do Hubble, porém, ficou claro para os cientistas que devia se tratar de um evento como a colisão de estrelas de nêutrons, pois o padrão de emissão de luz visível e infravermelha estava de acordo com simulações feitas em computador.
O estudo de Berger e seus colegas foi submetido à revista “The Astrophysical Journal Letters", onde ainda será revisado por cientistas independentes. O trabalho foi tornado público após ter sido depositado no acervo online arXiv (http://arxiv.org )."
(Texto retirado do link e todos os direitos autorais são de seus idealizadores.)
05 julho 2013
O Dinheiro Como Dívida - Money as debt (português)
Entenda nessa animação-documentário como o dinheiro é criado e como os bancos lucram. Quanto mais entendermos como o sistema monetário funciona, poderemos fazer investimentos de forma mais eficiente e entendermos como as intervenções financeiras realizadas pelo governo afetam nossas vidas.
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